sexta-feira, 30 de novembro de 2012

PATRÃO E EMPREGADO OU PATRÃO X EMPREGADO ???


Patrão e Empregado
Ou
Patrão x Empregado ???

     Essa é uma das relações mais difíceis existentes dentro de uma empresa. É como um casamento. Ambos têm direitos e deveres a cumprir, mas nem sempre o fazem, ou, quando é pior, não fazem e culpam o outro. Aí o desgaste aumenta gerando o conflito e em muitos casos, a separação.
A relação entre Patrão e Empregado deve ser de união, companheirismo, convergência e não de competição. Patrão versus Empregado é o que menos se deseja que aconteça numa organização, mas infelizmente é o que mais se vê. Então vamos tentar encontrar alguns motivos para que essa relação seja tão conturbada.
O primeiro ponto a ser estudado é entender a relação existente. Patrão é Patrão e Empregado é Empregado. Ainda que exista um elo maior que isso, como amizade, sair juntos num final de semana, essa relação de empresa, que é a de respeito, deve existir sempre. É bom nem um nem outro confundir as coisas. Isso trará bons frutos para o relacionamento na organização.
O segundo ponto diz respeito à comunicação interna. É muito importante que as informações sejam repassadas de forma correta e clara. A transparência tanto no envio de mensagens quanto na fala deve ser algo bem cristalino, para que nenhuma dúvida paire no ar e que não gere mal-estar entre as partes.
O terceiro ponto trata dos objetivos. Todos têm objetivos na vida. O seu patrão, você próprio e a empresa na qual trabalha. Então, é importante que você entenda isso. Você pode até não gostar ou entender seu patrão, mas é preciso compreender que a empresa é feita para ter lucros e que ela tem objetivos. Portanto, mexa-se e trabalhe em equipe para que isso aconteça. Certamente, seu patrão gostará disso e a relação irá melhorar.
Por fim, o último ponto que enfatizo é o respeito. O patrão, muitas vezes, precisa entender que o funcionário não é escravo. O assédio moral acontece frequentemente, no tocante às metas, principalmente. Conheço patrões que xingam, que ameaçam, como se o seu funcionário não fosse um ser humano e sim uma máquina. Do outro lado cabe ao empregado também ter respeito às decisões tomadas pelo patrão e lembrar dos níveis hierárquicos da organização.


Postado por Joyce Evangelista

quarta-feira, 28 de novembro de 2012




        Sistemas de remuneração são fundamentais para reter talentos em uma organização. Como oferecer salários atrativos diante de tantas diferenças entre empresas, cargos, funções, turn over? Uma das ferramentas mais utilizadas pelos RHs das empresas é o sistema do Hays Group. Trata-se de uma ferramenta desenvolvida em parceria com os profissionais de RH para definir uma pontuação para os cargos existentes na organização. Dessa forma estabelece não só o valor relativo àquela empresa, mas serve também de parâmetro para compará-lo aos cargos existentes no mercado de trabalho em geral.
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    Nessa metodologia, três fatores são considerados: know-how (conhecimentos e habilidades), como o colaborador lida com as diversas tarefas do dia a dia e a responsabilidade na obtenção dos resultados determinados. Dessa forma, mede o valor do cargo do funcionário e qual a sua importância para empresa, considerando os impactos diretos e os indiretos. Para Alessandra Almeida, consultora da Hay Group, essa metodologia oferece um cenário consistente para avaliar pessoas e cargos e definir trilhas de carreira. “O sistema desenha programas de remuneração e recompensa, possibilitando gerir, com maior eficiência, os recursos humanos”, analisa.
Segundo a consultora, “a definição da estratégia de remuneração a ser adotada por uma empresa é um fator importantíssimo, que impacta uma série de aspectos do negócio, entre eles resultados financeiros, posicionamento no mercado e retenção de talentos”, analisa. Mas ela ressalta que não só aspectos financeiros compõem uma política de remuneração. Aspectos intangíveis são bastante valorizados. “Nessa categoria entram reconhecimento, um bom ambiente de trabalho e as oportunidades de crescimento na organização”, completa.
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Postado por Joyce Evangelista.






NR 17 - NORMA REGULAMENTADORA 17

ERGONOMIA

 

17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora.

17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais. (voltar)

17.2.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora:

17.2.1.1. Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga.

17.2.1.2. Transporte manual regular de cargas designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas.

17.2.1.3. Trabalhador jovem designa todo trabalhador com idade inferior a dezoito anos e maior de quatorze anos.

17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança.

17.2.3. Todo trabalhador designado para o transporte manual regular de cargas, que não as leves, deve receber treinamento ou instruções satisfatórias quanto aos métodos de trabalho que deverá utilizar, com vistas a salvaguardar sua saúde e prevenir acidentes.

17.2.4. Com vistas a limitar ou facilitar o transporte manual de cargas deverão ser usados meios técnicos apropriados.

17.2.5. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas, o peso máximo destas cargas deverá ser nitidamente inferior àquele admitido para os homens, para não comprometer a sua saúde ou a sua segurança.

17.2.6. O transporte e a descarga de materiais feitos por impulsão ou tração de vagonetes sobre trilhos, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico deverão ser executados de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança.

17.2.7. O trabalho de levantamento de material feito com equipamento mecânico de ação manual deverá ser executado de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança.

17.3. Mobiliário dos postos de trabalho. (voltar)

17.3.1. Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição.

17.3.2. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos:

a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento;

b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador;

c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais.

17.3.2.1. Para trabalho que necessite também da utilização dos pés, além dos requisitos estabelecidos no subitem 17.3.2, os pedais e demais comandos para acionamento pelos pés devem ter posicionamento e dimensões que possibilitem fácil alcance, bem como ângulos adequados entre as diversas partes do corpo do trabalhador, em função das características e peculiaridades do trabalho a ser executado.

17.3.3. Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto:

17.3.4. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador.

17.3.5. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas.

17.4. Equipamentos dos postos de trabalho. (voltar)

17.4.1. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.

ATUALIZAÇÃO DO APLICATIVO DE CADASTRAMENTO DA CAT

O acidente de trabalho ocorrido deverá ser comunicado ao INSS por meio da CAT e deve se referir às seguintes ocorrências:

  • CAT inicial: acidente do trabalho típico, trajeto, doença profissional, do trabalho ou óbito imediato;
  • CAT de reabertura: afastamento por agravamento de lesão de acidente do trabalho ou de doença profissional ou do trabalho; ou
  • CAT de comunicação de óbito: falecimento do empregado decorrente de acidente ou doença profissional ou do trabalho, após o registro da CAT inicial.

A CAT deverá ser preenchida com todos os dados informados nos seus respectivos campos, em quatro vias, com a seguinte destinação:

  • 1ª via: ao INSS;
  • 2ª via: ao segurado ou dependente;
  • 3ª via: ao sindicato dos trabalhadores; e
  • 4ª via: à empresa. O cadastramento da "Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT" via internet visa facilitar e agilizar o registro dos Acidentes de Trabalho e das Doenças Ocupacionais, pelo Empregador, havendo ou não afastamento do trabalho por parte do acidentado. A CAT registrada pela Internet é válida para todos os fins perante o INSS.No ato do cadastramento da CAT por meio da Internet, o emissor deverá transcrever as informações constantes no atestado médico para o respectivo campo da CAT, sendo obrigatória a apresentação do atestado médico original por ocasião do requerimento de benefício e da avaliação médico-pericial.A CAT registrada por meio da Internet deverá ser impressa, constar assinatura e carimbo de identificação do emitente e médico assistente, a qual será apresentada pelo segurado ao médico perito do INSS por ocasião da avaliação médico-pericial.

A aplicação permite também imprimir o formulário da CAT em branco para preenchimento das informações do Empregador, do Acidentado, do Acidente e do Atestado Médico.

 

Princípios Básicos de Prevenção de Incêndio
O que é o fogo?
O fogo pode ser definido como produto de combustão de material sólido, líquido e gasoso, com liberação de luz e calor.
Classes de Incêndio:
A classificação é feita segundo o material que está em combustão;
- Classe A: é o fogo consumindo combustíveis sólidos, que queimam em profundidade deixando resíduos (brasas e cinzas).
Ex.: madeiras, tecidos, papel e etc..
- Classe B: é a combustão de líquidos e gases inflamáveis, que queimam apenas na superfície e não deixam resíduos.
Ex.: gasolina, álcool, gás liquefeito de petróleo e etc.
- Classe C: é o fogo em equipamentos elétricos sobtensão.
Ex.: transformador, motor elétrico, máquinas etc.
- Classe D: ocorre em metais pirofóricos (combustíveis).
Ex.: magnésio, titânio, potássio e etc.
Triângulo do Fogo
O fenômeno da queima ocorre em presença de três elementos essenciais:
• Combustível;
• Oxigênio (comburente);
• Calor.
Se ligarmos os elementos em linhas com um determinado ângulo, irá se formar um triângulo do fogo.
Transmissão do Calor
A propagação do calor é responsável pela expansão dos princípios de incêndio, desencadeando grandes incêndios.
CONDUÇÃO: a propagação ocorre através de um meio físico. Ex.: aquecimento de uma barra de aço.
CONVECÇÃO: é o processo pelo qual o calor se transmite, por intermédio da massa de ar ou de gases quentes que se deslocam do local do fogo para outros. Vindo a incendiar corpos combustíveis com que entrem em contato.
IRRADIAÇÃO: é o processo pelo qual o calor se transmite, por meio de ondas caloríficas, que se desloca através do espaço ou matérias. Ex.: calor transmitido pelo sol.

Método de Extinção do Fogo
É a retirada de um dos elementos essenciais, desfazendo o triângulo do fogo.
O resfriamento, abafamento e o isolamento constituem as três possibilidades básicas para extinção do fogo.

 
Agentes Extintores
São substâncias sólidas, gasosas e líquidas que podem ser utilizadas isoladas ou em conjunto para a extinção do fogo, por resfriamento ou abafamento.
Os principais agentes extintores são a água, pó químico seco, dióxido de carbono-C02, e espuma.
 
 
 
Prevenção de incêndios
A Prevenção e Combate a incêndios surge desde a pré-história, quando o homem começa a controlar o fogo, inicialmente obtido da natureza, como na queda de raios por exemplo.
Durante sua evolução, descobriu como obtê-lo e utilizou-se de seus préstimos para inúmeras atividades, dentre elas: aquecimento, preparo de alimentos, têmpera de metais, etc.
Mas o fogo, que tantos préstimos faz ao homem, é uma força imensa que deve ser controlada. Quando perde o controle sentimos os seus efeitos destruidores, denominados incêndios (sinistros).
Para a garantia do homem e dos seus bens, desde a antiguidade se buscou o controle do fogo de maneira eficiente, quando este saía dos domínios do seu senhor.Temos hoje como factores preventivos, a elaboração de normas e leis sobre edificações e suas ocupações, controle de materiais combustíveis e inflamáveis, controle de manutenção para máquinas e equipamentos em geral e sistemas eléctricos, além de inspecções de risco, com o objetivo de detectar situações propícias para o surgimento e alastramento de um incêndio; instalação de sistemas e equipamentos que permitam o combate rápido a princípios de incêndio, treinamento de pessoas no uso desses equipamentos e nos procedimentos de abandono das edificações sinistradas.A consciência de prevenção de incêndios deve partir do lar, onde as crianças devem ser instruídas sobre os riscos do fogo, os perigos de brincadeiras com fogos de artifícios e balões, riscos elétricos, riscos dos produtos químicos domésticos, entre outros No Brasil temos base Legal de prevenção de incêndios ditada pela Portaria 3.214/78 - Norma Regulamentadora 23 do Ministério do Trabalho e Emprego, além de Leis Estaduais e Municipais.Grande parte das normas utilizadas no Brasil e no mundo, para prevenção de incêndios no tocante a equipamentos, sistemas e treinamentos, são originárias da N.F.P.A. - National Fire Protection Association dos EUA, organismo norte americano de estudos e normatização de assuntos relacionados a incêndios e a prevenção destes.
Diversos outros organismos internacionais tratam o assunto incêndio com elaboração de normas e diretrizes. No Brasil temos a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas como principal elaboradora das normas nacionais.

 

Modelos Clasicos ou Tradicional


M

ODELO CLASSICO OU TRADICIONAL DE DESENHO DE CARGOS

O modelo clássico desenha os cargos a partir das seguintes etapas

  •  
  • O pressuposto básico é o de que o homem é simples apêndice da máquina, um mero recurso produtivo. A racionalidade que se busca é eminentemente técnica. A tecnologia vem antes e as vêm depois. É a tecnologia que se estabelece de base para condicionar o desenho dos cargos. Em outras palavras, o desenho de cargos serve exclusivamente à tecnologia e aos processos de produção.
  • Em função dos aspectos acima, o trabalho é dividido e fragmentado em partes fracionadas, para que cada pessoa faça apenas subtarefa simples e repetitiva. Cada pessoa recebe uma incumbência parcial e fragmentada para executar de maneira e repetitiva, tendo em vista o tempo-padrão para realizá-la e os ciclos de produção que precisam ser atendidos. No conjunto, o trabalho de todas as pessoas deve ser feito de maneira harmoniosa, cadenciada e coordenada.
  • O desenho clássico de cargos repousa na presunção de estabilidade e de permanência a longo produtivo. Isto significa que o desenho de cargos é definitivo e feito para durar sempre.
  • A ênfase reside na eficiência das pessoas. O trabalho é medido por meio de estudos de tempos e movimentos (cronometragem) para definir os tempos médios de execução, que são denominados tempo-padrão.


Conclusão

Certos que conseguimos realçar os pontos importantes deste assunto, que é um vasto campo de atuação e trabalho, e existem inúmeras aplicações para tal, chegamos a conclusão que se toda empresa antes de iniciar suas funções, ou até mesmo através de um trabalho de consultoria interna, saber definir e planejar de maneira clara, onde todos os ocupantes de cada cargo, possa saber o que fazer, quais são suas tarefas e suas atribuições diárias, não transformando isso em rotina de trabalho, mas em possíveis campos de atuação onde predominam a criatividade pessoal e a diversidade de trabalho onde a capacidade de todos é medida pelo seu grau de desempenho e relação com suas tarefas e atribuições

 

 

Aluna: Juliana

Recursos Humano 28/11/2012

Higiene e Segurança no Trabalho

 

Quais são os objetivos da higiene no trabalho?

A higiene do trabalho tem caráter eminentemente preventivo, pois objetiva a

Saúde e o conforto do trabalhador, evitando que adoeça e se ausente.

Provisória ou definitivamente do trabalho. Os principais objetivos são:

1 - Eliminação das causas das doenças profissionais

2 - Reduções dos efeitos prejudiciais provocados pelo trabalho em pessoas

Doentes ou portadoras de defeitos físicos

3 - Prevenções de agravamento de doenças e de lesões

4 - Manutenções da saúde dos trabalhadores e aumento da produtividade por

 

O que é segurança no trabalho?

A segurança do trabalho é o conjunto de medidas técnicas, administrativas,

Educacionais, médicas e psicológicas, empregadas para prevenir acidentes,

Seja pela eliminação de condições inseguras do ambiente, seja pela instrução.

Ou pelo convencimento das pessoas para a implementação de práticas

Preventivas.

 

 

Como diminuir os acidentes de trabalho?

Algumas medidas simples ajudariam a diminuir o número de acidentes,

Alguns exemplos são:

1 - Sinalizar toda a empresa

2 - Empregados novos, usar capacete de cor diferente.

3 - Uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) atuante

4 - Campanhas de prevenção de acidentes

5 - Kits de primeiros socorros

6 - Realizações periódicas da Semana Interna de Acidentes no Trabalho (SIPAT)

7 - Treinamentos da brigada de incêndio

8 - Revisar extintores

9 - Chaves de segurança

10 - Treinamentos para prevenir acidentes

11 - Apoio da direção e das chefias.

 

­ 1-     O que é segurança do trabalho?

 

Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.

A Segurança do Trabalho estuda diversas disciplinas como Introdução à Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações, Psicologia na Engenharia de Segurança, Comunicação e Treinamento, Administração aplicada à Engenharia de Segurança, O Ambiente e as Doenças do Trabalho, Higiene do Trabalho, Metodologia de Pesquisa, Legislação, Normas Técnicas, Responsabilidade Civil e Criminal, Perícias, Proteção do Meio Ambiente, Ergonomia e Iluminação, Proteção contra Incêndios e Explosões e Gerência de Riscos.

 

O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

 

A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil, a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.
 
 


Uma das primeiras coisas que se aprende no Curso de Técnico em Segurança do Trabalho são os conceitos de Acidente de Trabalho. Para todos os efeitos, o que vale mesmo é o Conceito Legal, mas quando se trata de prevenção o Conceito Prevencionista é bem mais completo.

 

CONCEITO LEGAL

Conceito Legal - Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991,

Alterado pelo Decreto nº 611, de 21 de julho de 1992.

 

Art. 19. Acidente do trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, ou, ainda, pelo serviço de trabalho de segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho, permanente ou temporária.

    A legislação brasileira também considera como acidente do     trabalho:

a) a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalhador peculiar a determinada atividade e constante na relação organizada pelo Ministério da Previdência Social;

b) b) a doença do trabalho, assim entendida aquela desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relaciona diretamente, desde que constante da relação do Anexo II;

c) em caso excepcional, constatando-se que a doença não prevista no Anexo II resultou de condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamente, a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho.

 

CONCEITO, PREVENCIONISTA
Acidente de trabalho é qualquer ocorrência não programada, inesperada ou não, que interfere ou interrompe o processo normal de uma atividade, trazendo como consequência isolada ou simultaneamente perda de tempo, dano material ou lesões ao homem.

 

Classificação de Acidente de Trabalho

a) Acidente típico (tipo) – é aquele que ocorre a serviço da empresa;

b) Acidente de trajeto: é aquele que ocorre no momento em que o trabalhador desloca-se para o local de trabalho e nos horários das refeições;

c) Doença do Trabalho: é aquela em que a atividade exercida atua na produção da incapacidade, doença ou morte.

Baseado na lei acidentária Brita (2007) aponta como acidentes de trabalho: doenças profissionais; acidentes vinculados ao trabalho, mesmo quando este não seja causa única; acidentes ocorridos no local do trabalho decorrentes de atos intencionais ou não de terceiros ou de companheiros do trabalho; casos fortuitos ou decorrentes de força maior; doenças provenientes de contaminação acidental no exercício da atividade; e acidentes ocorridos no percurso residência / local de trabalho / residência ou nos horários das refeições.

Entende-se como percurso o trajeto da residência ou do local de refeição para o trabalho ou deste para aqueles, independentemente do meio de locomoção, sem alteração ou interrupção voluntária do percurso habitualmente realizado pelo segurado. O empregado será considerado no exercício do trabalho no período destinado à refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local do trabalho ou durante este (BRASIL, 2007).

As doenças ocupacionais e os acidentes de trabalho constituem-se em importantes questões de saúde pública que ainda precisam ser mais bem discutidas, porque os acidentes de trabalho são os agravos mais documentados em relação à saúde do trabalhador, mesmo sabendo-se ainda que existem profissionais de saúde que não os notificam (CORREA & DONATO, 2007).